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Un Diálogo en Amor Fraternal

Un Diálogo en Amor Fraternal

Jonathan Rodríguez - Cintrón

“Este mandamiento nuevo les doy: que se amen los unos a los otros. Así como yo los he amado, también ustedes deben amarse los unos a los otros. De este modo todos sabrán que son mis discípulos, si se aman los unos a los otros.” –Juan 13:34-35 –

La Conferencia General de la Iglesia Metodista Unida, puede ser un lugar lleno de mucha tensión, incluso hostil, cargado de emociones propias de seres humanos que erramos en nuestra manera de diferir.  Sin embargo, aun en medio de las tensiones, las diferencias de pensamientos, el Dios de todo amor, se abre paso para crear espacios sagrados de diálogo amoroso y comunicación efectiva.  Durante la mañana de hoy jueves 19 de mayo, Obispos y Laicos/as de diferentes iglesias metodistas autónomas de América Latina y el Caribe convocaron un diálogo con algunos/as pastores/as latinos/as en la Iglesia Metodista Unida simpatizantes de los movimientos que buscan la inclusividad dentro de la IMU, no solo en tema de sexualidad pero también de inmigración y étnico-racial.  

El diálogo fue convocado con el fin de conocer de primera mano las razones por las cuales éstos/as latinos/as están unidos/as a la causa a favor de la comunidad LGBTQ dentro de la iglesia.  Además conocer la perspectiva de éstos/as sobre lo que la Conferencia General ha llamado “asunto de la sexualidad humana”.  En un espacio de respeto, unidad y amor fraternal, los pastores/as latinos/as de la IMU, originarios/as de Puerto Rico, Perú y Brasil, compartieron sus perspectivas en lo referente a ésta crucial discusión.

Se compartió el desarrollo histórico de la lucha por la inclusividad dentro de la Iglesia Metodista Unida.  También testimonios de los dos pastores latinos que forman parte de los casi 130 miembros del clero de la IMU que afirmaron abiertamente ser gay frente a la Conferencia General a través de una carta abierta, llamada “Una carta de amor para la Conferencia General”.   En síntesis, se enfatizó que para los latinos/as en Estados Unidos, luchar de la mano con otras minorías no es una opción sino una necesidad.  Además como latinos/as sirviendo en fuera de la Patria, se le hizo un llamado a los hermanos/as en Latinoamérica a que como iglesia puedan promover un diálogo honesto y respetuoso acerca de la diversidad y la inclusividad dentro de la iglesia.  

Dialogar no es sinónimo de estar de acuerdo, es un espacio para escuchar con mentes abiertas y alcanzar acuerdos que nos inviten a amar con corazones abiertos. Ser inclusivos no es material de predicaciones, o un discurso que se dice antes de participar de la eucaristía, es material de acción colectiva, para construir el reino de Dios en nuestro presente. Los Obispos y Laicos/as presentes de Latino América compartieron sus puntos de vista y afirmaron la necesidad de promover diálogos en el contexto de Latino América, a fin de construir puentes entre la sociedad.  

El cambio en la sociedad, sea en la dirección que sea, no sucede de un día a otro, sin embargo como afirmó Paulo Freire: “La educación no cambia el mundo, pero proporciona las herramientas necesarias al ser humano para cambiar el mundo”.  Nuestra comunidad necesita ser educada, el tema de la sexualidad humana es complejo en muchas maneras, pero más allá de discutir la sexualidad, discutimos del aspecto humano del concepto.  Tratamos con seres humanos hijos/as de Dios, vidas humanas, vidas espirituales.  Nuestro llamado desde los Estados Unidos a nuestra comunidad Latina, es a que promovamos espacios de diálogo, donde nos podamos escuchar unos a otros, pero donde mostremos que nos amamos unos a otros como Jesús nos amó.

 

 

 

Um Diálogo Em Amor Fraternal

Jonathan Rodríguez - Cintrón

“Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. 35 Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros”. João 13: 34-35 –NVI-PT

A Conferência Geral da Igreja Metodista Unida, pode ter sido um lugar hostil cheio de grande tensão, carregado com emoções de seres humanos que erram suas maneiras de desconcordar. No entanto, mesmo em meio a tensões e diferenças de opinião, o nosso Deus de amor infinito abre-se para criar espaços sagrados para diálogo e comunicação eficaz em amor. Durante a manhã de quinta-feira 19 de maio de bispos e delegados(as) leigos(as) de diferentes Igrejas Metodistas autônomas da América Latina e no Caribe convocaram um diálogo com alguns pastoras(es) e leigo Latinos(as) membros do movimento que procura inclusão dentro da IMU, não só em questões de sexualidade, mas também em questões de imigração e etino-raciais.

O diálogo foi convocado a fim de ouvir em primeira mão as razões pelas quais estes Latinos(as) estão ligados a causa da a comunidade LGBTQI dentro da igreja, e a perspectiva destes líderes sobre o que a Conferência Geral chama de "questão da sexualidade humana". Em um espaço de respeito, união e amor fraternal, pastores(as) latinos(as) da IMU, originários de Puerto Rico, Peru e Brasil compartilharam suas perspectivas em relação a este debate crucial.

Foi discutido o desenvolvimento histórico da luta pela inclusão dentro da Igreja Metodista Unida, e também testemunhos de dois pastores latinos que fazem parte de cerca de 130 membros do clero da IMU que declararão ser LGBTQI em carta publica intitulada "Uma carta de amor à Conferência Geral". Em suma, foi enfatizado que a luta de Latinos(as) nos Estados Unidos lado a lado com outras minorias não é uma opção, mas uma necessidade. Além disso, como Latinos(as) pastoreando fora de seus países estes escutarão um chamados para os irmãos e irmãs na América Latina promovam um diálogo honesto e respeitoso da diversidade e inclusão dentro da igreja. O diálogo não é sinónimo de acordo, é um espaço para ouvir com a mente aberta e um acordo que nos convida a amar com o coração aberto. Ser inclusiva não é material de pregação, ou um discurso que se diz antes de participar da Santa Ceia, mas sim  material da ação coletiva para a construção do reino de Deus em nosso presente. Os Bispos e líderes leigos(as) presentes vindo da América Latina compartilharam as suas opiniões e afirmaram a necessidade de promover o diálogo no contexto da América Latina para a construção de vínculos entre a sociedade.

A mudança na sociedade, seja no sentido que for, não acontece da noite pro dia, mas como disse Paulo Freire: "A educação não muda o mundo, mas fornece aos seres humanos as ferramentas necessárias para mudança do mundo." A nossa comunidade precisa ser educada porque o tema da sexualidade humana é complexo em muitos aspectos, com tudo devemos discutir a sexualidade mas como aspecto humano. Estamos lidando com seres humanos filhas e filhos de Deus, vidas, vidas espirituais. O apelo vindo de nós nos EUA para a nossa comunidade latina é que venhamos a promover espaços de diálogo, onde podemos ouvir uns aos outros, e onde possamos mostrar que amamos uns aos outros como Jesus nos amou.

 

 

 

 

 

 

 

 

A Dialogue in Brotherly Love

Jonathan Rodríguez - Cintrón

"A new commandment I give you: Love one another. Just as I have loved you, you also should love one another. By this all will know that you are my disciples, if you love one another "-John 13: 34-35 -.

The General Conference of the United Methodist Church may be at times a hostile place full of tension, loaded with emotions from people who feel they have been wronged. However, even in the midst of tensions and differences, the God of all love opens and creates sacred spaces for loving dialogue and effective communication.

During the morning of Thursday May 19, Bishops and laity from different autonomous Methodist churches in Latin America and the Caribbean convened in a dialogue with some United Methodist Church Hispanic/Latino pastors who are supporters of movements seeking inclusivity within the UMC, not only in sexuality but also regarding immigration and ethno-racial matters.

The dialogue's purpose was to see first hand the reasons why some Hispanic/Latino are supporters of the LGBTQ community within the church, and to know their perspectives about what the General Conference has deemed the "human sexuality issue." In a space of respect, unity and brotherly/sisterly love, Hispanic/Latino UMC pastors originating from Puerto Rico, Peru and Brazil shared their perspectives regarding the crucial discussion.

The historical development of the struggle for inclusivity within the United Methodist Church was shared. Testimonies were heard from two Hispanic/Latino pastors who are part of the nearly 130 clergy who came out as openly gay in front of General Conference through an open letter, called "A love letter to General Conference.” In short, it emphasized that for Hispanic/Latinos in the United States, to fight hand in hand with other minorities is not an option but a necessity. It also called for Hispanic/Latinos serving outside the country in Latin America to promote honest and respectful dialogue about diversity and inclusiveness within the church.

Dialogue is not synonymous with agreement; this is a space to listen with open minds and reach an accord to love with open hearts. Being inclusive is not about preaching, giving sermons, or a speech before partaking in the Eucharist, it is a space for collective action to build the kingdom of God in our present. Bishops and Laities present from Latin America shared their views and affirmed the need to promote a dialogue in the context of Latin America to build bridges between societies.

Change in society, be it in the direction it is, does not happen overnight, but as Paulo Freire said: "Education does not change the world, but provides the necessary human beings to change the world." Our community needs to be educated. The subject of human sexuality is complex in many ways, but we discuss the human aspect of the concept. We are dealing with human beings, sons and daughters of God, lives, and spiritual beings. Our call from the US to our Latino community is to promote spaces for dialogue where we can hear each other and show that we love one another as Jesus loved us.

 

"A new commandment I give you: Love one another. Just as I have loved you, you also should love one another. By this all will know that you are my disciples, if you love one another "-John 13: 34-35 -.

The General Conference of the United Methodist Church may be at times a hostile place full of tension, loaded with emotions from people who feel they have been wronged. However, even in the midst of tensions and differences, the God of all love opens and creates sacred spaces for loving dialogue and effective communication.

During the morning of Thursday May 19, Bishops and laity from different autonomous Methodist churches in Latin America and the Caribbean convened in a dialogue with some United Methodist Church Hispanic/Latino pastors who are supporters of movements seeking inclusivity within the UMC, not only in sexuality but also regarding immigration and ethno-racial matters.


The dialogue's purpose was to see first hand the reasons why some Hispanic/Latino are supporters of the LGBTQ community within the church, and to know their perspectives about what the General Conference has deemed the "human sexuality issue." In a space of respect, unity and brotherly/sisterly love, Hispanic/Latino UMC pastors originating from Puerto Rico, Peru and Brazil shared their perspectives regarding the crucial discussion.

The historical development of the struggle for inclusivity within the United Methodist Church was shared. Testimonies were heard from two Hispanic/Latino pastors who are part of the nearly 130 clergy who came out as openly gay in front of General Conference through an open letter, called "A love letter to General Conference.” In short, it emphasized that for Hispanic/Latinos in the United States, to fight hand in hand with other minorities is not an option but a necessity. It also called for Hispanic/Latinos serving outside the country in Latin America to promote honest and respectful dialogue about diversity and inclusiveness within the church.

Dialogue is not synonymous with agreement; this is a space to listen with open minds and reach an accord to love with open hearts. Being inclusive is not about preaching, giving sermons, or a speech before partaking in the Eucharist, it is a space for collective action to build the kingdom of God in our present. Bishops and Laities present from Latin America shared their views and affirmed the need to promote a dialogue in the context of Latin America to build bridges between societies.

Change in society, be it in the direction it is, does not happen overnight, but as Paulo Freire said: "Education does not change the world, but provides the necessary human beings to change the world." Our community needs to be educated. The subject of human sexuality is complex in many ways, but we discuss the human aspect of the concept. We are dealing with human beings, sons and daughters of God, lives, and spiritual beings. Our call from the US to our Latino community is to promote spaces for dialogue where we can hear each other and show that we love one another as Jesus loved us.